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Manhunter

Só comecei dias atrás a segunda temporada de Hannibal, após meses de intensa procrastinação. Boa série, apesar do excesso de barroquismo. Os episódios dirigidos por Guillermo Navarro (são três, todos da primeira temporada) merecem atenção.

Lá pelo quarto episódio, um tanto cansado daquele cozimento em fogo baixo típico de toda e qualquer NOVELA, lembrei que poderia, ainda em atmosfera lecteriana, preencher uma importante lacuna: Manhunter (1986), de Michael Mann.

E o filme é bem o que você espera de algo assinado por Mann. Em vez de desenvolver um procedural drama, o diretor mostra-se preocupado em estabelecer um confronto visual entre perfis opostos (Graham, o ex-agente do FBI, e o serial killer Tooth Fairy). Faces que representam a harmonia familiar (o policial traumatizado encontrou a paz no lar) ou o extermínio à guisa de catarse (o assassino mata o que não tem e nunca teve, pai, mãe e filhos/irmãos, para daí forjar algum afeto).

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