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2012 em: filmes

É inevitável: filmes importantes sempre chegam com atraso aos cinemas brasileiros. Com exceção das estreias mundiais, novidades dos festivais e competidores da temporada de premiações sangram na programação do ano seguinte. Por isso, grandes estreias do ano que se passou entram no ranking de seus respectivos anos de produção: de 2011, Drive, Millennium do Fincher e Fausto; e de 2010, 13 assassinos e Caminho para o nada.

Na lista de melhores de 2012, passível de mutações a qualquer momento, seleciono stills marcantes (e links para algumas resenhas) de meus preferidos (do circuito, de festivais e mostras, e dos torrents). Os 25 piores, sem distinção de ano de lançamento e ano de produção, são lembrados mais abaixo.

10 Anjos da lei (21 jump street, EUA). De Phil Lord e Chris Miller.

21 jump street

9 Eles voltam (Brasil). De Marcelo Lordello.

eles voltam

8 007 — Operação Skyfall (Skyfall, Reino Unido/EUA). De Sam Mendes.

skyfall 2

7 Tabu (Portugal/Brasil/Alemanha/França). De Miguel Gomes.

tabu 2012

6 Doméstica (Brasil). De Gabriel Mascaro.

doméstica 2012

5 In another country (Da-reun na-ra-e-seo, Coreia do Sul). De Hong Sang-soo.

in another country 2012

4 Holy motors (França/Alemanha). De Leos Carax.

holy motors 2012

3 Poder sem limites (Chronicle, EUA). De Josh Trank.

chronicle 2012

2 Um alguém apaixonado (Like someone in love, Japão/França). De Abbas Kiarostami.

like someone in love

1 O som ao redor (Brasil). De Kleber Mendonça Filho.

o som ao redor

E os 25 piores… (ah, e não, não vi Até que a sorte nos separe.)

25 Amor impossível (Salmon fishing in the Yemen, Reino Unido). De Lasse Hallström.

24 O vingador do futuro (Total recall, EUA/Canadá). De Len Wiseman.

23 Pietà (Coreia do Sul). De Kim Ki-duk.

22 Beleza adormecida (Sleeping beauty, Austrália). De Julia Leigh.

21 Una noche (EUA/Reino Unido/Cuba). De Lucy Mulloy.

20 Vizinhos imediatos de 3º grau (The watch, EUA). De Akiva Schaffer.

19 Albert Nobbs (Reino Unido/Irlanda/França/EUA). De Rodrigo García.

18 A saga Crepúsculo: amanhecer — Parte 2 (The Twilight saga: breaking dawn — Part 2, EUA). De Bill Condon.

17 O corvo (The raven, EUA/Hungria/Espanha). De James McTeigue.

16 Armadilha (ATM, EUA/Canadá). De David Brooks.

15 A sombra do inimigo (Alex Cross, EUA). De Rob Cohen.

14 À beira do caminho (Brasil). De Breno Silveira.

13 Busca implacável 2 (Taken 2, França). De Olivier Megaton.

12 Atividade paranormal 4 (Paranormal activity 4, EUA). De Henry Joost e Ariel Schulman.

11 A arte da conquista (The art of getting by, EUA). De Gavin Wiesen.

10 A dama de ferro (The iron lady, Reino Unido/França). De Phyllida Lloyd.

9 Paraísos artificiais (Brasil). De Marcos Prado.

8 Pequenos espiões 4 (Spy kids: all the time in the world in 4D, EUA). De Robert Rodriguez.

7 O pacto (Seeking justice, EUA). De Roger Donaldson.

6 Fúria de titãs 2 (Wrath of the titans, EUA/Espanha). De Jonathan Liebesman.

5 Os penetras (Brasil). De Andrucha Waddington.

4 Bel Ami — O sedutor (Bel Ami, Reino Unido/Itália). De Declan Donnellan e Nick Ormerod.

3 Ato de coragem (Act of valor, EUA). De Mike McCoy e Scott Waugh.

2 Totalmente inocentes (Brasil). De Rodrigo Bittencourt.

1 Cada um tem a gêmea que merece (Jack and Jill, EUA). De Dennis Dugan.

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  1. janeiro 16, 2013 6:53 pm às 18:53

    Jesus, como Paraísos Artificiais é ruim. Tinha que tá em primeiro: roteiro terrível e bambo; interpretações que fazem qualquer um chorar – de horror-; e direção apelativa ( o que foi aquela cena de sexo totalmente desnecessária?). Quanto aos melhores, não assisti à maioria, mas fiquei feliz com a sua indicação de O Som ao Redor. Já queria ver e agora, certamente, verei. Você assistiu ao Rust and Bone, do Jacques Audiard? Recomendo: é melodrama, mas é dos bem feitos.

    • felipelahm
      janeiro 16, 2013 7:02 pm às 19:02

      Paraísos é vergonhoso mesmo — nem parece o mesmo diretor de Estamira.

      Rust and bone é, de fato, um bom melodrama, competente, sólido, emotivo sem ser brega — Cotillard está incrível, e o Schoenaerts evoluiu bastante desde Bullhead.

  2. abril 25, 2013 9:19 am às 9:19

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