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Meu vizinho Totoro

Rapidinho, só um parágrafo sobre este tratado — ou manifesto, ou ensaio, ou qualquer outro símile babaca — sobre a fofura chamado Meu vizinho Totoro (3.5/5).

Não sei, fiquei com a impressão de que é exatamente o contrário — estou falando das ambições de Miyazaki — de O castelo animado: simples, de visuais sutis, trilha econômica, e mais frágil do que singelo, que o filme agora citado tenta ser a todo custo — cuja trama achei decepcionante, se comparada com a imagem. É claro que estamos falando de outra época — pré-Chihiro –, e Totoro não mantém o status de queridinho à toa. Se os excessos infantis alfinetam os tímpanos na primeira metade — a história ainda indecisa entre entregar-se à fantasia em definitivo ou não –, a segunda é quase vertiginosa: além de bela, coloca as duas menininhas — especialmente a mais velha, Satsuki — num drama familiar que hoje a Pixar sabe fazer tão bem em suas animações, como em Monstros S.A., minha preferida por muito tempo.

Mudando completamente de assunto, acho que é hora de finalmente entregar os pontos, aceitar o inadiável e ver o último episódio de The office.

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