2018 em: filmes
Que belo ano — cinematograficamente falando, claro.
Em 2018, cinema foi, acima de tudo, refúgio.
Eis os 49 filmes favoritos que vi pela primeira vez ao longo da temporada.
Entram títulos dos últimos três anos (2016, 2017 e 2018) com cotação igual ou superior a 3.5/5 — ou nota 7/10, como queira — lançados nos cinemas brasileiros, em festivais (Brasília e Rio, no caso), serviços de streaming e nas ~locadoras~.
49
Plano Controle (2018), de Juliana Antunes
48
Caniba (2017), de Verena Paravel e Lucien Castaing-Taylor
47
Como Fernando Pessoa Salvou Portugal (2018), de Eugène Green
46
Neste Canto do Mundo (Kono Sekai no Katasumi ni, 2016), de Sunao Katabuchi
45
Mesmo com Tanta Agonia (2018), de Alice Andrade Drummond
44
Unfriended: Dark Web (2018), de Stephen Susco
43
Colo (2017), de Teresa Villaverde
42
Mais uma Chance (Private Life, 2018), de Tamara Jenkins
41
Desejo de Matar (Death Wish, 2018), de Eli Roth
40
A Forma da Água (The Shape of Water, 2017), de Guillermo del Toro
39
Asako I & II (Netemo Sametemo, 2018), de Ryûsuke Hamaguchi
38
Gemini (2017), de Aaron Katz
37
Madame Hyde (2017), de Serge Bozon
36
Jeannette: A Infância de Joana D’Arc (Jeannette, l’Enfance de Jeanne d’Arc, 2017), de Bruno Dumont
35
A Melhor Escolha (Last Flag Flying, 2017), de Richard Linklater
34
Mãe e Pai (Mom and Dad, 2017), de Brian Taylor
33
Guaxuma (2018), de Nara Normande
32
Missão: Impossível – Efeito Fallout (Mission: Impossible – Fallout, 2018), de Christopher McQuarrie
31
O Hotel às Margens do Rio (Gangbyeon Hotel, 2018), de Hong Sang-soo
30
Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas (Professor Marston and the Wonder Women, 2017), de Angela Robinson
29
Os Incríveis 2 (Incredibles 2, 2018), Brad Bird
28
Ilha (2018), de Glenda Nicácio e Ary Rosa
27
Amor Até as Cinzas (Jiang hu er nv, 2018), de Jia Zhangke
26
Viva – A Vida É uma Festa (Coco, 2017), de Lee Unkrich e Adrian Molina
25
Ex Libris: The New York Public Library (2017), de Frederick Wiseman
24
Sol Alegria (2018), de Mariah e Tavinho Teixeira
23
Sem Rastros (Leave no Trace, 2018), de Debra Granik
22
Lady Bird: A Hora de Voar (Lady Bird, 2017), de Greta Gerwig
21
Em Chamas (Beoning, 2018), de Lee Chang-dong
20
O Passageiro (The Commuter, 2018), de Jaume Collet-Serra
19
As Boas Maneiras (2018), de Juliana Rojas e Marco Dutra
18
Ponto Cego (Blindspotting, 2018), de Carlos López Estrada
17
Western (2017), de Valeska Grisebach
16
Baahubali 2: A Conclusão (Baahubali 2: The Conclusion, 2017), de S.S. Rajamouli
15
Grass (2018), de Hong Sang-soo
14
Under the Silver Lake (2018), de David Robert Mitchell
13
Temporada (2018), de André Novais Oliveira
12
A Valsa de Waldheim (Waldheims Walzer, 2018), de Ruth Beckermann
11
Infiltrado na Klan (BlacKkKlansman, 2018), de Spike Lee
10
Transit (2018), de Christian Petzold
9
Antes que Tudo Desapareça (Sanpo Suru Shinryakusha, 2017), de Kiyoshi Kurosawa
8
Support the Girls (2018), de Andrew Bujalski
7
Amante por um Dia (L’Amant d’un Jour, 2017), de Philippe Garrel
6
Amanda (2018), de Mikhaël Hers
5
Did You Wonder Who Fired the Gun? (2017), de Travis Wilkerson
4
Projeto Flórida (The Florida Project, 2017), de Sean Baker
3
Deixe a Luz do Sol Entrar (Un Beau Soleil Intérieur, 2017), de Claire Denis
2
O Outro Lado do Vento (The Other Side of the Wind, 2018), de Orson Welles
1
First Reformed (2017), de Paul Schrader
2017 em: filmes
Vamos lá, sem procrastinação, aos 38 filmes favoritos de 2017.
Sigo os mesmos critérios adotados nas listas de 2015 e 2016.
O recorte é estritamente pessoal, baseado no meu diário no Letterboxd, considerando lançamentos de circuito e em streaming, atrasadinhos dos dois anos anteriores (2016 e 2015), novidades dos festivais (no caso foi só um, o 50º Festival de Brasília) e das ~locadoras~.
Entram, portanto, todos os longas (de 2015, 2016 e 2017) vistos pela primeira vez em 2017 com nota igual ou superior a 3.5/5 (ou 7/10).
(Obs: Toni Erdmann lideraria, mas vi em 2016.)
Eis:
38
O Estranho que Nós Amamos (The Beguiled), de Sofia Coppola
37
Weiner, de Josh Kriegman e Elyse Steinberg
36
O.J.: Made in America, de Ezra Edelman
35
Arábia, de João Dumans e Affonso Uchoa
34
A Mulher que Se Foi (Ang Babaeng Humayo), de Lav Diaz
33
Shock Wave (Chai dan zhuan jia), de Herman Yau
32
Até o Último Homem (Hacksaw Ridge), de Mel Gibson
31
The Day After (Geu-hu), de Hong Sang-soo
30
Apesar da Noite (Malgré la Nuit), de Philippe Grandrieux
29
Resident Evil 6: O Capítulo Final (Resident Evil: The Final Chapter), de Paul W.S. Anderson
28
Velozes e Furiosos 8 (The Fate of the Furious), de F. Gary Gray
27
Guerra do Paraguay, de Luiz Rosemberg Filho
26
Na Vertical (Rester Vertical), de Alain Guiraudie
25
Além das Palavras (A Quiet Passion), de Terence Davies
24
Em Ritmo de Fuga (Baby Driver), de Edgar Wright
23
Nocturama, de Bertrand Bonello
22
A Longa Caminhada de Billy Lynn (Billy Lynn’s Long Halftime Walk), de Ang Lee
21
The Love Witch, de Anna Biller
20
Silêncio (Silence), de Martin Scorsese
19
Paterson, de Jim Jarmusch
18
Okja, de Bong Joon-ho
17
Corra! (Get Out), de Jordan Peele
16
Eu Não Sou Seu Negro (I Am Not Your Negro), de Raoul Peck
15
Aliados (Allied), de Robert Zemeckis
14
Star Wars: Os Últimos Jedi (Star Wars: Episode VIII – The Last Jedi), de Rian Johnson
13
The Sleep Curse (Shi Mian), de Herman Yau
12
Marjorie Prime, de Michael Almereyda
11
Garoto, de Júlio Bressane
10
Z: A Cidade Perdida (The Lost City of Z), de James Gray
9
Quase 18 (Edge of Seventeen), de Kelly Fremon Craig
8
A Bride for Rip Van Winkle (Rippu Van Winkuru no hanayome), de Shunji Iwai
7
Confronto no Pavilhão 99 (Brawl in Cell Block 99), de S. Craig Zahler
6
Bom Comportamento (Good Time), de Benny Safdie e Josh Safdie
5
Na Praia à Noite Sozinha (Bamui haebyun-eoseo honja), de Hong Sang-soo
4
Godzilla Resurgence (Shin Gojira), de Hideaki Anno e Shinji Higuchi
3
John Wick: Um Novo Dia para Matar (John Wick: Chapter 2), de Chad Stahelski
2
Fragmentado (Split), de M. Night Shyamalan
1
Twin Peaks, de David Lynch
2016 em: filmes
Bem, se você chegou aqui, é porque sobreviveu ao tenebroso 2016.
Sem procrastinação, vamos logo às regrinhas básicas que me levaram a eleger os meus 36 (!) filmes favoritos de 2016. Isso mesmo, a lista é PARRUDA, um tanto ATREVIDA (sim, tem Michael Bay e Marco Bellocchio) e faz uma óbvia homenagem ao Wu Tang-Clan.
– Mantenho o critério inventado em 2015. Portanto, coloco aqui, em ordem de preferência, todos os filmes dos últimos três anos (2014, 2015, 2016) vistos pela primeira vez em 2016 e avaliados com cotação igual ou superior a 3.5/5. A base de consulta para o que vi ao longo do ano é o diário que atualizo no Letterboxd
– Entram na listinha filmes 1) lançados no circuito comercial brasileiro e em plataformas de streaming, 2) lançados nas ~locadoras~, 3) atrasadinhos de 2015 que acabei vendo só em 2016 e 4) inéditos no circuito e nas ~locadoras~ que vi em festivais (Brasília e Rio), como Beduíno, Manchester à Beira-Mar, Personal Shopper etc
– Vale lembrar que certos lançamentos tardios do circuitão entraram em listas de anos passados. De cabeça, só consigo lembrar mesmo de A Assassina, que vi em 2015 mas só estreou no Brasil em 2016
Eis:
36
Hush – A Morte Ouve (Hush), de Mike Flanagan
35
Os Campos Voltarão (Torneranno i prati), de Ermanno Olmi
34
13 Horas – Os Soldados Secretos de Benghazi (13 Hours), de Michael Bay
33
O Peso do Silêncio (The Look of Silence), de Joshua Oppenheimer
32
Sangue do Meu Sangue (Sangue del Mio Sangue), de Marco Bellocchio
31
Cemitério do Esplendor (Rak ti Khon Kaen), de Apichatpong Weerasethakul
30
Chi-Raq, de Spike Lee
29
Califórnia, de Marina Person
28
A Grande Aposta (The Big Short), de Adam McKay
27
O que Está Por Vir (L’avenir), de Mia Hansen-Løve
26
O Futebol, de Sérgio Oksman
25
A Canção do Pôr do Sol (Sunset Song), de Terence Davies
24
Para o Outro Lado (Kishibe no tabi), de Kiyoshi Kurosawa
23
As Montanhas se Separam (Shan he gu ren), de Jia Zhangke
22
O Cheiro da Gente (The Smell of Us), de Larry Clark
21
Aquarius, de Kleber Mendonça Filho
20
The Phenom, de Noah Buschel
19
The Mermaid (Mei ren yu), de Stephen Chow
18
Amor, Drogas e Nova York (Heaven Knows What), de Ben e Joshua Safdie
17
Creed – Nascido para Lutar (Creed), de Ryan Coogler
16
Personal Shopper, de Olivier Assayas
15
Você e os Seus (Dangsin Jasingwa Dangsinui Geot), de Hong Sang-soo
14
Os Oito Odiados (The Hateful Eight), de Quentin Tarantino
13
Beduíno, de Júlio Bressane
12
O Cavalo de Turim (A torinói ló), de Béla Tarr e Ágnes Hranitzky
11
Creepy, de Kiyoshi Kurosawa
10
Jovens, Loucos e Mais Rebeldes (Everybody Wants Some!!), de Richard Linklater
9
Three (San ren xing), de Johnnie To
8
Certo Agora, Errado Antes (Ji-geum-eun-mat-go-geu-ddae-neun-teul-li-da), de Hong Sang-soo
7
Certas Mulheres (Certain Women), de Kelly Reichardt
6
SPL 2 – A Time for Consequences (Saat po long 2), de Soi Cheang Pou-Soi
5
Sully – O Herói do Rio Hudson (Sully), de Clint Eastwood
4
Manchester à Beira-Mar (Manchester by the Sea), de Kenneth Lonergan
3
Carol, de Todd Haynes
2
Elle, de Paul Verhoeven
1
Toni Erdmann, de Maren Ade
2015 em: filmes
LISTAR deve ser o verbo favorito de qualquer cinéfilo, penso eu. Por isso, deixo aqui um recorte — puramente particular — de meus filmes favoritos de 2015.
Atenção para os dois CRITÉRIOS:
1) seleciono apenas títulos de 2014-2015 que vi pela primeira vez neste ano, entre lançamentos nos cinemas/blu-ray e torrents
2) todos os escolhidos têm cotação igual ou superior a 3.5/5 — como vivi um ano bastante relapso, resolvi estender a HONRARIA a longas abaixo de 4/5
Portanto, não estão contempladas certas BELEZURAS que conheci em anos anteriores, mas que só estrearam no BR este ano — Expresso do Amanhã, Norte, o Fim da História e Adeus à Linguagem, por exemplo, já mencionadas em listinhas passadas.
Cada eleito vem ESCOLTADO por um plano que considero mui representativo — os prints são de minha curadoria, com exceção de Ponte dos Espiões e Quintal.
Eis:
22
Pasolini
Abel Ferrara
21
Exorcistas do Vaticano (The Vatican Tapes)
Mark Neveldine
20
Bata Antes de Entrar (Knock Knock)
Eli Roth
19
Missão: Impossível – Nação Secreta (Mission: Impossible – Rogue Nation)
Christopher McQuarrie
18
Ricki and the Flash
Jonathan Demme
17
A Travessia (The Walk)
Robert Zemeckis
16
A Assassina (Nie yin niang)
Hou Hsiao-Hsien
15
O Destino de Júpiter (Jupiter Ascending)
The Wachowskis
14
Um Amor a Cada Esquina (She’s Funny That Way)
Peter Bogdanovich
13
Quintal
André Novais Oliveira
12
De Volta ao Jogo (John Wick)
Chad Stahelski e David Leitch
11
O Conto da Princesa Kaguya (Kaguyahime no monogatari)
Isao Takahata
10
Sniper Americano (American Sniper)
Clint Eastwood
9
Montanha da Liberdade (Ja-yu-eui eon-deok)
Hong Sang-soo
8
Dívida de Honra (The Homesman)
Tommy Lee Jones
7
Office (Hua li shang ban zu)
Johnnie To
6
Ponte dos Espiões (Bridge of Spies)
Steven Spielberg
5
A Visita (The Visit)
M. Night Shyamalan
4
Mad Max: Estrada da Fúria (Mad Max: Fury Road)
George Miller
3
Corrente do Mal (It Follows)
David Robert Mitchell
2
Phoenix
Christian Petzold
1
Blackhat
Michael Mann
2014 em: filmes
Tive um ano dos mais preguiçosos em termos de cinefilia. Cabulei a Mostra SP — por falta de benjamins — e, ao longo da temporada, ignorei torrents de lançamentos importantes por filmes de catálogo.
Pois bem. Abaixo, segue uma lista simplória com apenas DOZE TRABALHOS vistos pela primeira vez (e cotados a partir de 4/5), entre filmes que estrearam ou não no país em 2014. Stills (meus ou de terceiros) acompanham (e justificam) as escolhas.
Belezuras como Dumb and dumber to, Pompeii, Non-stop, Amar, beber e cantar e Jauja são ausências sentidas e carecem de revisão. Sem falar em postulantes de peso para o balanço, como John Wick e The tale of the Princess Kaguya, sequer contemplados na (desorganizada) ~agenda~.
12 Garota exemplar (Gone girl, EUA). De David Fincher
(via Apnatimepass)
11 Tudo por um furo (Anchorman 2: The legend continues). De Adam McKay
10 Bem-vindo a Nova York (Welcome to New York, EUA). De Abel Ferrara
9 Mockingbird (EUA). De Bryan Bertino
8 Bird people (França). De Pascale Ferran
7 O lobo de Wall Street (The wolf of Wall Street, EUA). De Martin Scorsese
(via Collider)
6 Expresso do amanhã (Snowpiercer, Coreia do Sul/República Tcheca/EUA/França).
De Bong Joon-ho
(via Film Captures)
5 Nossa Sunhi (U ri Sunhi, Coreia do Sul). De Hong Sang-soo
4 La jalousie (O ciúme, França). De Philippe Garrel
3 Jersey Boys: Em busca da música (Jersey Boys, EUA). De Clint Eastwood
2 Adeus à linguagem (Adieu au langage, Suíça/França). De Jean-Luc Godard
1 Era uma vez em Nova York (The immigrant, EUA). De James Gray
Manhunter
Só comecei dias atrás a segunda temporada de Hannibal, após meses de intensa procrastinação. Boa série, apesar do excesso de barroquismo. Os episódios dirigidos por Guillermo Navarro (são três, todos da primeira temporada) merecem atenção.
Lá pelo quarto episódio, um tanto cansado daquele cozimento em fogo baixo típico de toda e qualquer NOVELA, lembrei que poderia, ainda em atmosfera lecteriana, preencher uma importante lacuna: Manhunter (1986), de Michael Mann.
E o filme é bem o que você espera de algo assinado por Mann. Em vez de desenvolver um procedural drama, o diretor mostra-se preocupado em estabelecer um confronto visual entre perfis opostos (Graham, o ex-agente do FBI, e o serial killer Tooth Fairy). Faces que representam a harmonia familiar (o policial traumatizado encontrou a paz no lar) ou o extermínio à guisa de catarse (o assassino mata o que não tem e nunca teve, pai, mãe e filhos/irmãos, para daí forjar algum afeto).
Need for Speed
Queria ter retomado o blog com uma THINK PIECE de 8 mil toques sobre o melhor (empatado com Like Someone in Love) filme da década de 2010, The Immigrant.
Instead, catei uns stills lindos de Need for Speed — isso mesmo. Pois: 1) é a obra vulgar mais subestimada do ano; 2) é a adaptação cinematográfica de videogame mais satisfatória desde Silent Hill (2006) — houve alguma outra que prestou?; 3) não, não é um car porn à Fast & Furious, mas uma crônica (imberbe e convincente a ponto de empolgar) do culto a motores, chassis e pistas rápidas. (Tirei esse terceiro argumento do texto mui esperto do Ignatiy Vishnevetsky.)
2013 em: filmes
O critério para a seguinte lista é um e somente um: enumero aqui filmes recentes com cotação mínima 4/5 (quatro estrelas em cinco) que vi em 2013 — entre lançamentos no cinema e nos torrents.
Portanto, coisas assistidas em anos anteriores (Era uma vez na Anatólia, O som ao Redor, Tabu e A visitante francesa) e exibidas nos cinemas brasileiros em 2013 não entram na seleção.
Após meu TOP DEZESSETE, faço também um apanhado dos melhores exemplares de vulgar auteurism da dúzia de meses que se passou.
Obs: vou seguir o bom exemplo de outras listas e, em vez de escrever bobagens apressadas, deixo links das minhas leituras favoritas.
Vai:
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17 O voo (Flight, EUA). De Robert Zemeckis
Escrevi sobre o filme mais spielberguiano de 2013 aqui. E recomendo essa entrevista (antiga) do Zemeckis para o Dave Kehr.
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16 A cidade é uma só? (Brasil). De Adirley Queirós
A leitura dessa crítica entusiasmada escrita por Daniel Dalpizzolo, quando da exibição do filme em Tiradentes 2012, é obrigatória.
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15 Amor profundo (The deep blue sea, EUA/Inglaterra). De Terence Davies
Leia o que a Dana Stevens escreveu sobre.
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14 O mestre (The master, EUA). De Paul Thomas Anderson
Eis um texto do Ignatiy Vishnevetsky e outro do amigo Virgílio.
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13 Searching for Sugar Man (Suécia/Inglaterra). De Malik Bendjelloul
Deixo a (falsa) modéstia de lado e divulgo o melhor texto que escrevi em 2013.
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12 Passion (Alemanha/França). De Brian De Palma
Se você também achou o último De Palma subestimado à beça, leia: essa entrevista na Film Comment e esse texto bastante preciso do Vadim Rizov.
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11 Círculo de fogo (Pacific Rim, EUA). De Guillermo del Toro
O Tiago Lopes escreveu um artigo mui interessante sobre a diferença da violência mostrada aqui daquela mascarada em todos os outros blockbusters de 2013.
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10 The world’s end (Inglaterra). De Edgar Wright
Recomendo fortemente: as várias impressões do Calum Marsh.
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9 Amor bandido (Mud, EUA). De Jeff Nichols
A.O. Scott escreveu um curto, mas preciso texto sobre a aura folk e aventureira do filme.
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8 Antes da meia-noite (Before midnight, EUA). De Richard Linklater
Um breve artigo de Will Leitch sobre como o último capítulo da trilogia Before é sombrio, pesado e difícil de ser visto.
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7 O ato de matar (The act of killing, Dinamarca/Noruega/Inglaterra/Finlândia). De Joshua Oppenheimer
O documentário do ano. Eis um baita texto sobre, na Film Comment.
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6 A hora mais escura (Zero dark thirty, EUA). De Kathryn Bigelow
Sou #TeamBigelow, então escrevi brevemente sobre na minha prévia do Oscar, mas recomendo mesmo é essa reflexão do Vishnevetsky.
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5 Killer Joe – Matador de aluguel (Killer Joe, EUA). De William Friedkin
Esse texto do Marcelo Hessel, no Omelete.
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4 Um toque de pecado (Tian zhu ding, China). De Jia Zhangke
Entrevista em duas partes (aqui e aqui) do diretor ao blog Sinosphere, do The New York Times.
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3 Norte, o Fim da História (Norte, hangganan ng kasaysayan, Filipinas). De Lav Diaz
Dois belos artigos: a apreciação/entrevista do Daniel Kasman e as impressões do Filipe Furtado, na Cinética. Ah, e também escrevi umas coisas.
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2 Drug war (Du zhan, China/Hong Kong). De Johnnie To
Mais lindo filme de ação desde Heat. Leia: meu poeminha dedicado ao filme e os elogios de Filipe Furtado, Sean Gilman e Peter Labuza.
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1 Bastardos (Les salauds, França/Alemanha). De Claire Denis
Entrevistas apaixonantes da Claire na Cinética e na Cléo + apreciação/conversa com Daniel Kasman e a crítica de Juliano Gomes na Cinética.
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Os vulgares (e subestimados) — em ordem aleatória
Man of tai chi (EUA/China/Hong Kong). De Keanu Reeves
Mais um do Vishnevetsky, agora sobre o actor-auteur do ano.
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As bem-armadas (The heat, EUA). De Paul Feig
Essa crítica mui divertida do Peter Labuza.
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The canyons (EUA). De Paul Schrader
Leia o texto sensacional do Vadim Rizov.
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Riddick 3 (Riddick, EUA/Inglaterra). De David Twohy
Sobre o filme mais hawksiano de 2013, leia: o tuíte-expectativa do amigo Guilherme Gaspar + o texto do Emmet.
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Parker (EUA). De Taylor Hackford
Matt Singer, sobre a melhor cena da carreira de Jason Statham.
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Depois da terra (After earth, EUA). De M. Night Shyamalan
Eis uma roundtable deliciosa, no blog The Vulgar Cinema.
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Sobrenatural: capítulo 2 (Insidious: chapter 2, EUA). De James Wan
O plano mais ousado do cinema comercial americano em 2013 está aqui — aquele longo travelling após o prólogo, que começa na abertura de uma porta vermelha e termina no rosto de Rose Byrne. Coisa linda.
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Europa report (EUA). De Sebastián Cordero
Uma espécie de The Abyss para a era do found footage.
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Velozes & furiosos 6 (Furious 6, EUA). De Justin Lin
A sério: o melhor da franquia, seguido de perto pelo 5. E a coisa só deve melhorar no sétimo, com direção do James Wan.